Retirada de Glândula Salivar.

Esse animal chegou com histórico de sialolitíase, foi realizada a cirurgia para retirada dos cálculos e após 45 dias animal teve recidiva mas não apresentava cálculos apenas sialocele. Então optamos por fazer a retirada da glândula salivar.

Sialocele submandibular.

Campo preparado.

Localização e retirada da glândula.

Fechamento de musculatura.

Finalização.

A cirurgia foi realizada há 3 meses atrás e animal não apresentou recidiva, o material foi enviado para histopatologia e confirmou que era a glândula salivar.

Hérnia Perineal.

Pessoal, primeiramente desculpem a demora em postar novas fotos mas estava muito enrolado com essa época de carnaval. Vamos lá!

Esse animal chegou a mim com uma hérnia perineal de mais ou menos 6 meses de evolução. Solicitei uma US que confirmou a hérnia, então, partimos para cirurgia.

Animal posicionado na mesa.

Campo preparado.

Abertura do saco herniário, notar presença de sutura em bolsa de tabaco no ânus para evitar contaminação do campo.

Drenagem do líquido livre no saco herniário.

Localização doconteúdo herniário, nesse caso havia parte da bexiga e alça intestinal.

Redução do conteúdo herniário.

Fechamento da parede muscular com fio de nylon.

Término da cirurgia e retirada da sutura em bolsa de tabaco do ânus.

O animal foi castrado nesse mesmo procedimento, retornou após 14 dias para retirada dos pontos e estava muito bem.

Síndrome do gato voador

            Uma pesquisa da UnB mostra que os riscos para os gatos quando eles caem acima do 5º andar é menor que quando eles caem do 4º nível. A uma distância mediana eles têm dificuldades de virar e tocar o chão com as quatro patas, o que faz com que a queda do 10º andar ou do segundo provoque ferimentos parecidos, leves, na maioria das vezes. A dificuldade específica dos gatos com essa distância foi chamada de síndrome do gato voador. Segundo o médico veterinário da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária da Universidade de Brasília (UnB) Richard da Rocha Filgueiras, nos andares mais baixos, como 1º e 2º, o animal tende a cair naturalmente de pé, considerando a medida de 3,6m para cada patamar. Um pouco acima disso, o gato pode não conseguir trocar de posição, o que o faria colidir com o solo de costas ou lateralmente. “O perigo é maior porque pode ocorrer trauma abdominal com lesão de orgãos ou pulmonar, ruptura diafragmática e hemorragia interna”, diz. Acima do 6º andar, o gato consegue girar e atingir o chão com as quatro patas, amortecendo o impacto. Isso não significa que o animal não se machuque. Em quedas maiores, as fraturas se concentram nas patas da frente e no queixo, que também bate na superfície, além de lesões na cavidade oral.

Esse animal foi atendido por mim, onde o proprietário relatou queda do animal justamente do 4º andar, apresentava dispnéia ( dificuldade respiratória ), escoriações de pele, mas sem evidências de fraturas. Solicitei um rx de tórax onde foi constatada uma ruptura diafragmática, o animal foi estabilizado e encaminhado para a cirurgia.

Rx Pré – operatório

Rx Pré – operatório.

Campo cirúrgico preparado

Retirada das alças intestinais e parte do fígado que encontrava -se dentro do tórax, notar a presença do coração bem próximo a ruptura, ele também estava sendo comprimido pelas alças.

Localização da ruptura.

Rafia da ruptura.

Finalização.

Ruptura de diafragma em cão.

Este animal chegou à clínica após ser achado pela esposa de outro colega. Apresentava dispnéia, mas revelava-se ativo e disposto. Realizamos um Rx de tórax que evidenciou uma ruptura diafragmática esquerda. Como o animal já apresentava quadro compensado, resolvemos realizar a cirurgia.

Rx lateral pré – operatório.

Rx DV pré – operatório.

Acesso abdominal e localização da ruptura.

Rafia da ruptura com fio inabsorvível ( Nylon 0 )

Rafia completa da ruptura.

O animal está muito bem, é o animal de estimação do colega que o achou. Hoje ela se chama Florzinha.

Abertura de conduto auditivo horizontal.

Esse animal chegou até a clínica pois apresentava otite recorrente, ao exame físico notou-se presença de massa obstruindo totalmente a entrada do conduto auditivo direito. Recomendei uma intervenção cirúrgica para abertura do conduto auditivo horizontal com intuito de tratar essas otites recorrentes.

Anatomia do ouvido canino.

Massa obstruindo totalmente conduto auditivo

Ressecção parcial da massa e abertura do conduto vertical.

Retirada de fragmento da cartilagem vertical, deixando apenas pedículo para abertura do conduto horizontal.

Sutura da cartilagem na pele para manter abertura do conduto.

Finalização da cirurgia mantendo conduto auditivo aberto.

Aspecto final da cirurgia.

Uretrostomia pré-púbica em felino por ruptura de uretra pélvica.

Este animal foi encaminhado para a cirurgia devido a diversos quadros obstrutivos por cálculos vesicais. Na tentativa de desobstruir o animal, houve ruptura da uretra pélvica levando a uroperitôneo. Então optou-se pela marsupialização.

Localização da uretra.

Divulsão da uretra.

Ligadura da uretra.

Passagem da uretra por incisão paralela a linha de incisão.

Finalização da cirurgia.

O animal recuperou-se bem da cirurgia e hoje urina normalmente com total controle da micção.

Histerectomia por hiperplasia endometrial cística (Piometra)

Essa cadelinha foi encaminhada por um colega com um diagnóstico de Muco/Hemometra confirmado ao exame ultrassonográfico, sendo assim realizada a cirurgia para retirada de útero e ovários.

Incisão de pele.

Abertura da linha alba e acesso à cavidade abdominal.

Ligadura do coto ovariano direito.

Ligadura do coto ovariano esquerdo.

Ligadura da cérvix uterina.

Retirada do útero e ovários.

Fechamento da camada muscular.

Sutura de sub-cutâneo.

Sutura de pele.