Avulsão de crista tibial.

Este animal foi encaminhado pelo Dr. Leandro Agueda com histórico de claudicação, quadro perdurava por 5 dias aproximadamente sem resolução com medicamentos. Após avaliação radiográfica constatou-se uma avulsão da crista tibial e o paciente foi encaminhado para cirurgia.

 

Rx pré-operatório diagnosticando avulsão de crista tibial direita.RX preIncisão de pele.

IMG_1542 Localização da avulsão.IMG_1544 Passagem de fio de aço para banda de tensão através da tíbia.IMG_1548 Passagem do pino para fixação da avulsão e ajuste da banda de tensão em configuração de 8.IMG_1550IMG_1553Bandagem pós operatória.

IMG_1555

 

Osteossíntese de rádio com placa.

Animal foi encaminhado para a clínica escola com histórico de trauma automobilístico, já havia realizado todos os exames e não apresentava alterações em nenhum deles, exceto o Rx de MAD que revelou fratura total de rádio e ulna. Animal então foi encaminhado para cirurgia, quadro havia ocorrido 48 horas antes.
IMG_1241-2Membro preparado para cirurgia.IMG_1244 Incisão de pele.IMG_1245 Localização do foco de fratura.IMG_1247-2 Fragmentos ósseos localizados.IMG_1251Redução da fratura.IMG_1255 Ensaio da placa.IMG_1258 Colocação dos primeiros parafusos.IMG_1261Cirurgia finalizada. Esqueci de fotografar o RX mas quando colocar as fotos do Rx pós-operatório posto e de antes também.

Colocefalectomia, recuperação após 6 meses.

Pessoal!

Muitos leitores mandam email perguntando sobre a recuperação da cirurgia de colocefalectomia. Segue um vídeo de um animal que foi operado devido a necrose asséptica de cabeça e colo femoral, o animal foi operado 6 meses atrás e ontem fiz sua última revisão. A proprietária relata que o animal retornou completamente as suas atividades, inclusive subir e pular nos móveis.

Att.

Dr. André Carneiro.

Lázaro

TTA e TPLO

Tenho recebido diversos comentários sobre Ruptura de ligamento cruzado em cães (RLCC). Muitos perguntam qual melhor técnica para cães grandes, na minha opinião essas são as duas melhores técnicas para correção de RLCC em cães grandes.

Seguem dois links, um de TTA e outro de TPLO.

http://www.youtube.com/watch?v=QdrlWziv5sI

http://www.youtube.com/watch?v=a9msyfzTKGg&feature=related

Aproveitem, os vídeos são bem didáticos.

Displasia do cotovelo.

Manifestações de osteocondrose afetando o cotovelo são comuns em cães filhotes, de raças de médio a grande porte, que apresentam crescimento rápido. É menos comum em gatos. As enfermidades listadas a seguir podem ser agrupadas no título de Displasia do Cotovelo. Essa incidência se baseia em uma revisão de 253 casos ( Denny, 1995 ).

A displasia do cotovelo inclui:

– Osteocondrite dissecante ( OCD ) ( 25% dos casos )

– Fissura do processo coronóide medial ( FPCM ) ( 53% dos casos )

– OCD + FPCM ( 12% dos casos )

– Não-união do processo anconêo ( NUPA ) ( 7% dos casos )

– Não-união do epicôndilo medial ( NUEM ) do úmero ( 3% dos casos )

Fonte: Cirurgia ortopédica em cães e gatos, 4ª edição, Ed ROCA, pág 284.

Segue em anexo artigo sobre displasia do cotovelo.

Displasia de cotovelo

 

Luxação de sínfise mentoniana em felino.

Animal chegou a clínica com histórico de trauma automobilístico. Descartadas todas as possibilidades de outros traumas, o animal foi encaminhado para cirurgia de redução da luxação por cerclagem.

Rx pré – operatório.

Deslocamento mandibular e oclusão incorreta.

Colocação de agulha 40 x 12 entre o lábio e a mandíbula, imediatamente atrás dos caninos.

Passagem do fio de cerclagem.

Passagem do fio contralateral da mesma forma.

Utilizada cerclagem interdental para aproximação e feito aperto da ceclagem.

Estabilização finalizada.

Após 45 dias animal retornou para retirada da cerclagem.

Oclusão e estabilidade satisfatórias

Retirada das cerclagens e cicatrização perfeita.