Lesão por abrasão cutânea.

Este animal deu entrada no IEMEV com histórico de atropelamento, onde o animal foi arrastado por alguns metros e resultou nisso.

Foi feita limpeza da área e sutura com a colocação de um dreno.

Sutura finalizada, animal foi liberado no dia seguinte após realização de exames. Sutura realizada pelo Dr. Adriano Baldaia.

Enterotomia por corpo estranho linear em felino.

Este animal deu entrada na clínica com quadro de vômitos e diarréia, após realização de exames e US abdominal foi detectado corpo estranho linear em porção final de cólon e início do reto. Animal foi encaminhado para o setor de cirurgia.

Abertura da cavidade abdominal.

Exposição e abertura da alça.

Retirada das fezes presentes.

Retirada de corpo estranho com 10 cm aproximadamente.

Fechamento da alça.

Sepultamento da sutura para evitar aderências.

Finalização da cirurgia.

Granuloma em glândula adanal de felino

Este animal foi encaminhado para o IEMEV com histórico de fístula de glândula adanal, estava sendo medicado com pomada local mas não obteve bom resultado. Foi recomendada cirurgia para retirada do tecido e posterior avaliação histopatológica, a cirurgia foi feita em conjunto com o Dr. Adriano Baldaia.

Aspecto do tecido antes da cirurgia.

Aspecto da lesão após desbridamento. Estamos aguardando o resultado da histopatologia, assim que sair posto o resultado.

Luxação de sínfise mentoniana em felino.

Animal chegou a clínica com histórico de trauma automobilístico. Descartadas todas as possibilidades de outros traumas, o animal foi encaminhado para cirurgia de redução da luxação por cerclagem.

Rx pré – operatório.

Deslocamento mandibular e oclusão incorreta.

Colocação de agulha 40 x 12 entre o lábio e a mandíbula, imediatamente atrás dos caninos.

Passagem do fio de cerclagem.

Passagem do fio contralateral da mesma forma.

Utilizada cerclagem interdental para aproximação e feito aperto da ceclagem.

Estabilização finalizada.

Após 45 dias animal retornou para retirada da cerclagem.

Oclusão e estabilidade satisfatórias

Retirada das cerclagens e cicatrização perfeita.

Tratamento de estenose traqueal em cães com uso de próteses de polipropileno.

O colapso traqueal é uma doença degenerativa e incapacitante, tendo uma grande importância na clínica de cães. O colapso traqueal faz com que a passagem de ar para os pulmões fique diminuída, debilitando e muitas vezes levando o animal a óbito. Os sinais clínicos podem ocorrer de forma aguda, e então, progridem lentamente por meses a anos. Há piora da tosse durante uma fase de excitação ou exercício, ou quando a coleira exerce pressão sobre o pescoço do animal. Em casos mais avançados ou após exercícios, podem-se observar dispnéia inspiratória nos cães com colapso extratorácico e dispnéia expiratória nos animais com colapso intratorácico. É freqüentemente diagnosticada baseando-se nos sinais clínicos e nos achados das radiografias torácica e cervical. A fluoroscopia ou broncoscopia são mais sensíveis do que as radiografias de rotina. Uma opção de tratamento para o colabamento traqueal é sintomático, e pode aliviar os sintomas em alguns cães. Outra opção é o tratamento cirúrgico, que é indicado para cães com 50% ou mais de redução no diâmetro luminal da traquéia. O objetivo do procedimento cirúrgico é proporcionar sustentação rígida para o segmento traqueal colabado e manter a função do sistema mucociliar.

Artigo: Correção de colapso traqueal

Enterotomia em Ferret por corpo estranho.

Animal foi encaminhado com suspeita de neoplasia intraluminal em intestino. Mas o profissional que fez a US sugeriu uma possível obstrução por corpo estranho, com isso sugerimos uma laparotomia exploratória para diferenciar.

Animal pré-medicado.

Animal com sonda traqueal e mantido com isoflurano.

Campo preparado.

Monitorização

Incisão de pele

Acesso a cavidade abdominal

Localização do corpo estranho em região mesogástrica direita.

Enterotomia da alça no local do corpo estranho.

Retirada do corpo estranho.

Pedaço de borracha escolar.

Sutura da alça.

Sutura completa.

Sutura de musculatura e pele com pontos simples.

 

 

 

 

Enucleação.

Esse animal é de um amigo, também veterinário, o Dr. Felipe Batalha da clínica Dr. Silvestre. O animal tinha glaucoma e já havia sido feita enucleação do olho direito, tendo em vista o desconforto do animal e as sucessivas lesões resolvemos enuclear o outro olho.

Campo preparado

Feita cantotomia lateral, medial e incisão perilímbica para divulsão do globo ocular.

Divulsão completa do globo.

Retirada do globo e anexos.

Finalização.

Anastomose intestinal por evisceração.

Animal chegou a clínica após cirurgia de castração com quadro de evisceração, já havia ruptura e necrose de partes da alça intestinal.

Momento que animal deu entrada na clínica.

Ruptura de alça com presença de fezes.

Avaliação da alça e retirada do fragmento, início da anastomose.

Anastomose terminada.

Segmento intestinal retirado.

Animal bem após 24 horas.

Esse animal vive muito bem hoje mesmo sem o fragmento do intestino, só vem a clínica para vacinação, o nome dela é Miucha!

Retirada de Glândula Salivar.

Esse animal chegou com histórico de sialolitíase, foi realizada a cirurgia para retirada dos cálculos e após 45 dias animal teve recidiva mas não apresentava cálculos apenas sialocele. Então optamos por fazer a retirada da glândula salivar.

Sialocele submandibular.

Campo preparado.

Localização e retirada da glândula.

Fechamento de musculatura.

Finalização.

A cirurgia foi realizada há 3 meses atrás e animal não apresentou recidiva, o material foi enviado para histopatologia e confirmou que era a glândula salivar.

Hérnia Perineal.

Pessoal, primeiramente desculpem a demora em postar novas fotos mas estava muito enrolado com essa época de carnaval. Vamos lá!

Esse animal chegou a mim com uma hérnia perineal de mais ou menos 6 meses de evolução. Solicitei uma US que confirmou a hérnia, então, partimos para cirurgia.

Animal posicionado na mesa.

Campo preparado.

Abertura do saco herniário, notar presença de sutura em bolsa de tabaco no ânus para evitar contaminação do campo.

Drenagem do líquido livre no saco herniário.

Localização doconteúdo herniário, nesse caso havia parte da bexiga e alça intestinal.

Redução do conteúdo herniário.

Fechamento da parede muscular com fio de nylon.

Término da cirurgia e retirada da sutura em bolsa de tabaco do ânus.

O animal foi castrado nesse mesmo procedimento, retornou após 14 dias para retirada dos pontos e estava muito bem.